Meio Ambiente e Reflorestamento

Biomassa – O Que É? Qual Sua Importância?

No livro “Biomassa – Energia dos Trópicos em Minas Gerais ” organizado por Marcello Guimarães Mello, Ed. UFMG, 2001. Temos:

Biomassa

biomassa

BIOMASSA é um termo de origem recente, não encontrado nas edições mais antigas dos dicionários. No Novo Dicionário do Aurélio da Língua Portuguesa, 38 º Edição de 1986 encontramos: “Biomassa – qualquer matéria de origem vegetal, utilizada como fonte de energia (diversamente das fontes fósseis de energia como p. ex. o petróleo, o carvão de pedra, etc).

Oferecem as vantagens de serem renováveis em intervalos relativamente curtos de tempo”. A Biomassa explorada em Minas através das culturas do eucalipto e da cana-de-açúcar já contribuem com um peso econômico positivo fantástico.

Biomassa – Qualquer matéria de origem vegetal, utilizada como fonte de energia. A Cana–de-Açúcar e o Eucalipto são os dois vegetais cultivados que mais sintetizam biomassa por hectare/ano, através da fotossíntese. Captam e transformam energia solar em energia química, contida na matéria orgânica dos tecidos vegetais.

Na p. 165 do livro citado encontramos a representação esquemática de uma plantação de Eucaliptos camaldulensis ilustrando o total de biomassa para a produção de uma tonelada de madeira seca no sétimo ano. A figura resume a quantidade de biomassa seca que ainda permanece nos seis anos de floresta em crescimento, para cada tonelada de lenha seca colhida no sétimo ano, sendo: Colheita de madeira – para cada tonelada de troncos, base secos, temos: Biomassa em crescimento: 3 Ton. de troncos, b.s + 2,99 Ton. de raízes, b.s. + 0,48 Ton de galhos, b. s. + 0,33 Ton de folhas, b. s . Portanto, 6,8 Ton. de biomassa total, base seca para cada uma Ton. de toras de madeira, base seca usada.

Calculando, vemos que o que se retira em toras corresponde apenas cerca de 15% do total produzido. Portanto, 85% da biomassa total produzida permanece no terreno, após colheita das toras, como matéria orgânica a beneficiar a fertilidade do solo.

Introdução

Pela importância econômica dos assuntos do livro, vamos transcrever e comentar partes, como na introdução: “Biomassaminas, um roteiro de lucidez energética e política. Reunindo o que há de melhor e de vanguarda na inteligência científica de análise do Brasil, este livro notável deveria ser divulgado em escala midiática de massa além de servir como roteiro ou projeto a um governo verdadeiramente empenhado na emancipação e tecnológica do Estado de Minas Gerais, servindo de paradigma jubiloso ao Brasil como um todo.

Trata-se da inserção regional da Escola da Biomassa, que inaugura a partir do Estudo e da observância da natureza dos trópicos, um conhecimento novo e revolucionário do cosmo, com implicações sociais e econômicas que afetam o poder mundial. Não devemos esquecer que a atual crise energética é de âmbito planetário. As reflexões contidas neste livro mostram a necessidade imperiosa de um governo em Minas Gerais encontrar o caminho da biomassa energética, única maneira de se implantar o auto-desenvolvimento.

Este projeto nacionalista e soberano é científico, realista e exequível, além de imbuído de forte impregnação social e humanista, pois esvazia a metrópole e reduz sua mortífera poluição, distribui a renda, descentraliza o poder e aproveita a mão de obra abundante, que hoje se encontra desempregada, marginalizada e seduzida pela irracionalidade do banditismo urbano. Tenho por mim que o povo mineiro terá neste livro de vanguarda científica um roteiro para alcançar a emancipação energética dos trópicos. ” Considerações na orelha por Gilberto Felisberto Vasconcellos, professor da UFJF.

Na apresentação na p. 9 encontramos: “A humanidade vive hoje perigoso momento. O carvão mineral e o petróleo, fontes energéticas fósseis predominantes nos últimos 200 anos, não sobreviverão no futuro. O petróleo vive seu acaso, enquanto o uso do carvão mineral terá que ser drasticamente reduzido, em razão dos graves impactos causados ao meio ambiente.

O predomínio energético das fontes fósseis pode ser atribuído a três razões principais: em primeiro lugar, à escassez de recursos energéticos renováveis nas regiões temperadas e frias do Hemisfério Norte, onde se localizam os países hegemônicos; em segundo lugar, às altas concentrações das fontes fósseis não-renováveis, que exigem longas eras geológicas para se formar; e finalmente à fácil extração de petróleo de suas fontes naturais.

A eminente pobreza energética das nações denominadas ricas deve-se ao fato de elas não estarem localizadas nos trópicos, onde se concentram as fontes renováveis e limpas, oriundas das abundância em água e radiação solar, grande e eterna fonte primária de energia do planeta. Isso obriga as nações do mundo temperado e frio a buscar energéticas alhures, criando dependência insuperável, além de inexorável limitação temporal das reservas de petróleo e limitação de possibilidades de uso do carvão mineral, imposta pelos nocivos efeitos ambientais que provoca.

Em contrapartida, os combustíveis derivados da biomassa exigem trabalho da terra, evolução temporal de crescimento da planta e colheita, tudo isso sujeito a imponderáveis acidentes climáticos. A garantia para superar as adversidades naturais e enfrentar uma competição limpa fica praticamente impossível no vale-tudo do chamado sistema livre de comércio. Na realidade, de livre esse sistema nada tem, pois estabelece um duelo desigual entre países pobres e o descomunal poder de grandes corporações que atuam no âmbito mundial.

Somente um Estado soberano pode estabelecer regras capazes de equiparar condições tão desiguais, protegendo os produtores locais em seus legítimos interesses e do país. Só ele será capaz de dar ao Brasil condições de enfrentar com sucesso a perigosíssima situação criada pela proximidade dos dois maiores colapsos da humanidade: o colapso energético, provocado pelo esgotamento das fontes fósseis, e o ecológico, causado pelo efeito estufa e pela chuva ácida, decorrentes da queima indiscriminada desses combustíveis.

A energia é uma variável física essencial ao processo civilizatório: sem ela, nada se move ou se transforma no universo. As fontes energéticas limpas e renováveis são as únicas em condições de substituir extensamente os derivados das formas fósseis, estabelecendo predestinação ímpar para os países situados nos trópicos. O mundo tropical tem, dessa forma, papel decisivo no futuro da humanidade.

O Brasil é o continente dos trópicos. O país vive, portanto, um impasse crucial: ou nos transformamos na maior potência energética do planeta, fornecendo energia sólida, líquida e gasosa para o mundo, ou seremos esmagados, se optarmos por transferir nossos patrimônios naturais estratégicos para o controle de corporações transnacionais vinculadas às grandes potências. P. 9 a 11 , por J.W. Bautista Vidal, na Apresentação do livro Biomassa., Energia dos Trópicos em Minas Gerais.

“Este livro mostra à exaustão as possibilidades de uso da biomassa no continente brasileiro, particularmente em Minas Gerais, com fartos exemplos de experiências bem-sucedidas, sedimentadas em conhecimentos tecnológicos e realizações agroindustriais. Ou seja, mostra como é possível caminhar na direção do futuro sem sacrificar o futuro.

O ponto alto do livro é, sem dúvida, o uso eficiente da biomassa florestal na siderurgia a carvão vegetal, que em Minas Gerais se coloca na fronteira tecnológica, com inúmeras realizações de porte, especialmente o projeto implementado pela Florestal Acesita, depois transformada em Acesita Energética. A contribuição do Estado nessa área é comparável, em importância, ao Pró-Álcool, ambos de peso mundial.

Não devemos, neste contexto, deixar de enfatizar também o trabalho dos chamados “guseiros”, produtores de gusa com carvão vegetal utilizando tecnologia própria. Eles, porém, nunca tiveram o apoio que teve a grande siderurgia a carvão mineral, altamente poluidora e consumidora de carvão importado.

O conhecimento sobre a produção florestal e seus altos níveis de produtividade coloca esse setor em condições excepcionais para a geração de eletricidade por térmicas a lenha, carvão vegetal e gás de madeira, sobretudo neste momento crítico em que o Brasil sofre o desmonte de seu sistema elétrico pela desregulamentação do setor e internacionalização de seus ativos, que culminaram no programado “ apagão ”, fruto da equivocada política financeira do governo.

O livro vai mais além. Toda uma concepção nova de produção de álcool por meio de pequenos e médios produtores rurais representa importante inovação, tanto do ponto de vista tecnológico como dos resultados sociais proporcionados pela criação de grande número de postos de trabalho no campo. Destaca-se, nesse contexto, o Programa de Álcool e Leite (Pronal), capaz de viabilizar uma parceria altamente promissora.

Tendo como base as cooperativas de leite e praticamente sem investimentos adicionais, é possível produzir mais álcool do que atualmente produz o Pró-Álcool em âmbito nacional. Minas Gerais é um grande produtor de aguardente, dispondo hoje de cerca de trinta mil alambiques, que podem ser complementados com equipamentos de tecnologia dominada para a produção adicional de álcool.

Além do componente social, de significativa importância para a população mais pobre, a substituição de combustíveis líquidos de origem fóssil, importados de outros estados brasileiros, pode impedir a evasão de elevados recursos, que poderiam ser reinvestidos pelos produtores locais, aumentando o nível de bem-estar de todos pelos efeitos diretos e indiretos resultantes.

Finalmente, o livro aprofunda uma análise científica das causas do efeito estufa e suas consequências, informando em detalhes as razões e a natureza do Protocolo de Quioto, aprovado em julho de 2001 em Bonn, na Alemanha, por todos os países, à exceção dos Estados Unidos”. Final da apresentação de J.W. Bautista Vidal. P.12 e 13 do livro citado.

No capítulo “Um projeto soberano de auto-desenvolvimento” Marcelo Guimarães Mello apresenta: Balanço de dependência externa; Balanço de impacto social; Balanço de impacto no meio ambiente; Balanço de materiais e de energia; Balanço econômico e financeiro, que deve responder às seguintes perguntas:

– O projeto vai aumentar nossa dependência externa em capitais, tecnologia, energia e materiais? – Criará mais empregos por Real investido, quando comparado a outras alternativas? – Facilitará a distribuição da população, melhorando a qualidade de vida e evitando o êxodo para as grandes metrópoles? – Criará tecnologias próprias ou importará equipamentos, muitas vezes obsoletos e poluidores?  Aumentará nossa autonomia sobre o mercado interno ou permaneceremos na dependência crescente de produtos e técnicas externas? – Aumentará a distribuição de renda? Respondidas essas questões, o governo estará apto a avaliar as possibilidades de implantação de projetos prioritários para o auto-desenvolvimento do país, escapando de iniciativas que na verdade propiciam o desenvolvimento sustentável dos países ricos. Exemplo disso são os projetos de exportação de minério de ferro em contraposição ao desenvolvimento da indústria do “gusa” a carvão vegetal.

Na década de 1960, o preço de uma tonelada de minério-de-ferro era superior a U$ 20, enquanto um grama de ouro valia exatamente U$1. Portanto, uma tonelada de minério de ferro era comercializada por mais de 20 gramas de ouro. Hoje, o minério de ferro exportado recebe vários benefícios, como britagem, moagem, classificação e normalização de teores, além de ser produzido com custos mais elevados do que o minério bruto da década de 1960.

Seu preço, entretanto, caiu para U$18 por tonelada, o que equivale a menos de dois gramas de ouro. Desenha-se aqui um quadro que em tudo favorece os países industrializados e suas corporações. Eles passam a ter matéria–prima garantida e de melhor qualidade com menor preço e maior diversidade de oferta. Para o Brasil, no entanto, esses grandes projetos de capital intensivo incidem negativamente nos balanços do meio ambiente, social, tecnológico, energético, financeiro e econômico. No balanço de dependência externa, exercem efeito particularmente nocivo, uma vez que aumentam a nossa dívida e nos impõem a dependência de uma oligarquia de importadores.

Exportação de gusa produzido com carvão vegetal – Vejamos o que ocorreria se as lideranças que conduzem os grandes projetos de gusa no país optassem pelo caminho do autodesenvolvimento e não pelo aumento da dependência externa. Em primeiro lugar, um projeto assim concebido seria capaz de faturar, em moeda externa, valores semelhantes aos obtidos com a exportação de minério de ferro, que hoje alcançam cerca de U$ 1 bilhão por ano. Tal projeto não dependeria de empréstimos externos, pois sua implantação demandaria apenas recursos abundantes, estratégicos e disponíveis no país, como terra, clima, florestas e infraestrutura interna, mão de obra disponível em todos os níveis e, por fim, tecnologia nacional, gerada particularmente em Minas Gerais.

O preço de alguns tipos de gusa pode chegar aos mesmos valores da tonelada de aços especiais no mercado internacional, que hoje é crescente, sobretudo para o produto brasileiro produzido com carvão vegetal, de altíssima qualidade, pois é isento de enxofre e de fósforo. Enquanto o preço da tonelada de minério de ferro tem sido inferior a U$20, o gusa supera U$ 100. Por ser um país tropical, o Brasil apresenta uma grande vantagem em relação a seus competidores: 70% do custo do gusa referem-se à energia fornecida pelo carvão vegetal, que vem do sol, gerada pelo processo da fotossíntese. O restante do custo vem da mão de obra pouco especializada, do minério e do capital. ” Até a p. 22 do livro Biomassa.

“Não existe processo metalúrgico menos agressivo ao meio ambiente do que aqueles que se baseiam na utilização da energia renovável, sobretudo os que usam biomassa cultivada, os mais limpos e viáveis no estado da arte de nossa civilização.”

Buscar fontes de energia renovável é de importância vital para a civilização humana, especialmente no caso das indústrias que fazem uso intensivo de energia, como a indústria de metais. Essa é uma alternativa particularmente importante na produção do ferro, metal mais utilizado pelo homem, e de seus parceiros na formação de ligas, como o ferro silício e mesmo o silício, utilizado na fabricação das memórias de nossos computadores. A opção por fontes energéticas renováveis em substituição aos combustíveis fósseis, além de reduzir substancialmente o impacto no meio ambiente, permite melhor gerenciamento dos recursos naturais finitos de nosso planeta.

Entre as várias possibilidades de energia renovável hoje utilizadas pelo homem, a biomassa é sem dúvida a que provoca menor dano ambiental. Através da fotossíntese, os seres clorofilados (plantas, algas, etc.) absorvem e armazenam a energia solar, podendo depois ser utilizadas no ciclo biológico como alimento, matéria-prima e energia. Na presença dos pigmentos verdes (clorofila), a energia solar converte o dióxido de carbono (C02) e a água (H20) em hidratos de carbono, conforme ilustra a reação química da glicose.

A carbonização nada mais é do que a destilação da biomassa, transformando-a em uma fração rica em carbono, denominada carvão vegetal, e outra fração constituída de vapores e gases (alcatrão, licor pirolenhoso e gases não-condensáveis). Integrada ao estágio atual do planeta, essa rota é praticamente isenta de enxofre em seus componentes, evitando ainda as emissões de compostos formadores da chuva ácida (S02).

Considerando que toda biomassa produzida pela natureza ou pelo homem precisa de um certo tempo para atingir a maturidade (momento em que é colhida), esse intervalo de tempo cria um estoque dinâmico de carbono fixado (retirado da atmosfera) e de oxigênio regenerado para a atmosfera.

A produção de ferro metálico a partir da biomassa plantada é um processo que remove da atmosfera o carbono necessário para a redução dos minerais de ferro, liberando o oxigênio de volta para a atmosfera. Esse processo se realiza com a energia solar através da reação da fotossíntese no “conversor biomassa”. A energia solar é gratuita, mas o coletor solar exige, como principal custo de sua utilização, horas/inteligência e horas/trabalho de seres humanos e de outros organismos vivos do micro e macrofauna.

A chuva ácida, a redução da camada de ozônio na atmosfera e, mais recentemente, o aquecimento global, causado pelo acúmulo de gases de efeito estufa na atmosfera (Ch4, CFC, NOx, Sox, CO2), são problemas que já estão sendo observados no sentido de reduzir os impactos negativos causados pelo uso indiscriminado e predatório dos combustíveis fósseis, a exemplo do Protocolo de Quioto. Na União Europeia, foram impostas taxas pesadas para emissões dos compostos sulforosos e nitrosos formadores da chuva ácida e já se considera a imposição de taxações por emissões de CO2.

Anualmente, o mundo produz 540 milhões de toneladas de ferro com a utilização da rota integrada a carvão mineral/coque. Apenas essa produção é responsável pela emissão anual de mais de um bilhão de toneladas de CO2 e cerca de 5 milhões de toneladas de SO2, retirando da atmosfera algo entorno de 770 milhões de toneladas de oxigênio. Junto aos clorofluocarbonos e outros gases, o SO2 contribui para reduzir a camada de ozônio na atmosfera, pois dilui o total de oxigênio presente na atmosfera (2O3= > 3O2. = CO2).

A produção de ferro com a biomassa cultivada e plantada é a única opção capaz de reduzir o impacto negativo da produção de ferro e outros metais no meio ambiente, pois, além de reciclar na floresta todo o CO2 emitido em seu ciclo industrial, regenera o oxigênio. Durante o aparentemente longo ciclo de produção da biomassa necessária, são formados estoques permanentes de CO2 fixado e de O2 liberado para a atmosfera.

Outro aspecto importante do uso da biomassa cultivada na produção de metais é seu potencial para reduzir a “poluição social”, representada pela exclusão de milhões de brasileiros da vida econômica, que vivem hoje em condições intoleráveis de miséria nas periferias dos grandes centros urbanos. A tecnologia da biomassa usa de forma intensiva a mão de obra rural, estendendo-se ainda à utilização de máquinas e equipamentos sofisticados.

Potencial extraordinários de ganhos. O processo de produção de ferro metálico através da biomassa (também usado para metais como o silício e o manganês) é o único que consegue reciclar todos os efluentes sólidos, líquidos e gasosos dentro de seu ciclo integrado de produção compreendendo três etapas distintas: o cultivo da biomassa, a carbonização e a metalurgia.

Metalurgia

é a transformação do minério (óxidos de ferro, por exemplo) em metal (ferro) ou em ligas de ferro com carbono (ferro-gusa) e com silício (ferro-silicio), usando o carbono e os voláteis presentes no carvão vegetal. O carvão vegetal é o mais puro e com menor teor de cinzas entre todos os energéticos sólidos usados para essa finalidade. ” Assunto acima reproduzido do livro Biomassa, no capitulo Produção de metais com a biomassa plantada pelo Engenheiro Metalúrgico Ronaldo Santos Sampaio, p. 163 a 172.

Contudo, possuem um potencial enorme de crescimento através do PRONAL (álcool e leite) e no reflorestamento aproveitando extensas áreas de terrenos férteis, porém abandonadas devido a declividade do terreno , mas plenamente adaptadas para o eucalipto.

Nota

Sugerimos a aquisição do livro “Biomassa – Energia dos Trópicos em Minas Gerais” – aos interessados nesse importante assunto de alto valor econômico para o desenvolvimento de nossa região. Assim, poderemos produzir e exportar para o mundo a energia solar gratuita e abundante, condensada pela inteligência e trabalho de nossos conterrâneos. Principalmente criando empregos e mercado de trabalho para os brasileiros. Exportando o gusa, estamos exportando carvão vegetal, portanto eucalipto. Exportando álcool estamos exportando cana. Tanto num como no outro estamos exportando mão de obra, produzindo divisas, dólares, riqueza. Diminuindo a miséria e a fome que envergonha a nação brasileira. E conservando o meio ambiente.

Ruy Gripp

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