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Moinha do Carvão Vegetal Como Adubo

No livro “Novo Manual de Agricultura Alternativa” de Ernani Fornari, em 2º Ed.da década de 1980/90 traz muitas conclusões do II Encontro Nacional de Agricultura Alternativa, realizada em Petrópolis – RJ em 1984. Encontramos no Apêndice, na P. 140, um estudo muito interessante sobre o carvão aplicado no solo como adubo, que transcrevemos abaixo:

A moinha de carvão, seu uso e seu benefício” de Ricardo Timponi de Moura. É difícil escrever sobre o carvão, este precioso material tão usado entre nós, principalmente no seu emprego na agricultura que é o objetivo desta escrita, por não ser eu um técnico no assunto.

Mas para quem se interessa pela agricultura (ecológica ou não), acho muito interessante apresentar alguns fatos que ocorrem com este agro-material.

A pedido do Sarvânanda, aqui vai: Com a observação fora do comum de plantas às quais, por algum motivo, havia carvão misturado à terra ao alcance das raízes, resolvemos analisar o carvão no laboratório, apresentando o seguinte resultado:

Terra retirada de 4 posições diferentes em 1 hectare de terreno: pH em água= 5,4; Eq. mg/100 g de solo; Al= 122; Ca= 1,5 ; Mg= 0,4; PPM : P= 1; K = 130.

Mesma terra + 1/8 volume com moinha de carvão: pH= 5,8; Eq MG/ 100 g do solo: Al=0,08; Ca=3,8; Mg=0,5; PPM: P=24; K = 352.

Ficamos atônitos, eu e o mano Eduardo. Como era possível aquilo? Como poderia haver aumento violento de fósforo e potássio se o carvão não contém, pela análise feita em laboratório, fósforo e potássio que justifiquem o aumento?

Pedimos confirmação com o chefe do departamento de química agrícola da CIAP (CEASA-MG) e o mesmo confirmou o resultado e garantiu a validade dos resultados pelo tipo de análise feito.

Então, toda a análise de solos que fazíamos na fazenda, juntamos uma amostra misturada com carvão em várias proporções e invariavelmente os resultados indicaram a mesma tendência: diminuição da acidez junto com a diminuição do alumínio, aumento de cálcio e em relação ao fósforo aumentos que variavam de duas a vinte vezes, e de potássio de 1,5 vez até três vezes.

Pedimos uma explicação ao chefe do laboratório, mas ele não conseguiu explicar, é claro, pelo raciocínio de nossa “ciência oficial”. Não encontramos em nenhum livro clássico de agronomia, nada que se referisse ao uso do carvão na agricultura, nem mesmo a análise deste tipo de material.

Em conversa com vários engenheiros agrônomos, tanto pesquisadores e técnicos de várias universidades e órgãos públicos, e nenhum deles conhecia os resultados obtidos pela aplicação do carvão na terra apresentada em laboratório.

Diziam apenas que o mesmo era bom para a estrutura física da terra e nenhum deles acreditava que o mesmo altera a química do solo. Ficamos intrigados com este fato e com isto veio a insegurança, pois nem eu nem o mano Eduardo somo formados em Agronomia.

Começamos, por meu intermédio, a estudar os livros clássicos da Agronomia, e por ter informação técnica, como engenheiro civil, não ficou difícil interpretar os resultados.

Então, baseados em informações científicas, pela prática intuitiva de agricultores que usam à moinha de carvão com êxito e com “fatos acidentais” ocorridos na fazenda, resolvemos usar a moinha de carvão como técnica de agricultura para diminuir a acidez das terras, reduzir o alumínio para limites não prejudiciais e ao mesmo tempo, liberar, se existente na terra, o fósforo e o potássio fixados, colocando-os à disposição das raízes.

Assim, quando precisamos adubar alguma terra fraca em nutrientes, jogamos a mesma quantidade em volume de carvão, misturando-o antes em 1 ha de terra, que dá em volume aproximadamente 350 litros, misturados de moinha de carvão com a farinha e, depois de bem misturados, jogamos ao solo.

Com esta prática, garantimos que o adubo jogado realmente ficará à disposição da planta. Também jogamos a lanço junto o calcário dolomítico em proporção de 5 m3 por hectare.

Seria muito valioso se houvesse uma pesquisa científica rigorosa para obter um aprofundamento e comprovação para os céticos. Na falta de engenheiros agrônomos pesquisadores e interessados em agricultura biológica, faço o papel (muito intruso, é claro), principalmente entre os de “cabeça feita”.

Como leva tempo para rearmonizar uma terra (a maioria está pisada mesmo pelo adubo químico) na maior parte das lavouras comerciais, não é possível esperar o tempo necessário para o reequilíbrio. Assim, o uso do carvão, a nosso ver, é de grande utilidade, pois o próprio agricultor pode fabricá-lo na própria fazenda ou adquiri-lo a preços baixos.

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Outro fator importante é que aos olhos dos técnicos do laboratório, o carvão é pobre em nutrientes, mas quando se analisa as cinzas, vão estar presentes no carvão, mas em configurações diferentes, e quando o carvão desintegrar, estes nutrientes naturais estarão incorporados à terra.

Tendo em vista o exposto acima, comecei a fixar a atenção em tudo que recebia carvão, e achei muito interessante que o mesmo é usado nas mais variadas situações: absorver o cheiro da geladeira, em práticas mágicas, como seja , colocar o carvão em pedaço debaixo da cama para absorver vibrações negativas, como combustível, como imunizante, etc.

Para mim ficou muito bem comprovado o poder de absorção do carvão, por ser uma prática muito simples que a mulher , pura e humilde, do nosso caseiro da fazenda faz quando , por exemplo, uma criança está incomodada, chorando muito.

Ela pega um copo cheio de água, e com a criança no colo ou perto dela, separa pequenas brasas do fogão e joga, uma a uma, com uma colher. Não sei porque ela joga 7 brasas, e quando a maioria delas afunda, ela diz que a criança estava carregada, com mau-olhado. Ora, todo carvão que se preza “nunca” afunda n’água, mesmo deixando de um dia para o outro ou mesmo fazendo pressão com o dedo.

Trocando ideias com pessoas interessadas, cheguei à conclusão que “alguma coisa” montou no carvão e não foi muito leve. O carvão absorve realmente boa quantidade de matéria existente na proximidade: pesou e foi ao fundo! ” Reproduzido do livro citado. Pretendemos continuar com o assunto, trazendo novidades divulgadas recentemente pela revista National Geogrphic Brasil com o título “Terra Preta dos índios”.

Diz que: Mais de 6 bilhões de pessoas dependem de alimentos cultivados em apenas 11% da superfície terrestre. E uma área ainda menor – escassos 3% dessa superfície – abriga os solos naturalmente férteis. A degradação da terra pode transformar zonas produtivas em locais estéreis com rapidez. “A história de toda nação” disse o presidente americano Franklin Roosevelt “depende do modo como ela cuida de seu solo”.

Terra preta de índio

terra-preta

Entre 2,5 mil e 500 anos atrás na Amazônia, povos criaram espessas camadas de solo enriquecido com carbono, melhorando a fertilidade de terras pobres e rasas”

“Áreas de terra preta- Os arqueólogos identificaram bolsões de solo fértil – formado graças à mistura de carvão vegetal, restos orgânicos e fragmentos de cerâmica a terras pobres. Os depósitos variam de tamanho, desde 1 hectare (o mais comum) a 15 hectares. P.62

Na Amazônia as escavações revelam depósitos de terra preta, que o arqueólogo Eduardo Neves acredita ter sido criada por povos que misturavam a ela o carvão de fogueiras e outros rejeitos orgânicos. Essa poderia ser hoje uma técnica de baixo custo para recuperação de solos pobres.

Wim Sombroek começou a aprender sobre o solo ainda criança, durante o hongerwinter – o período de fome que afligiu os Países Baixos durante a Segunda Grande Guerra, no inverno de 1944-45, quando morreram cerca de 20 mil pessoas.

Sua família sobreviveu graças a um minúsculo lotge de plaggen: um terreno enriquecido por décadas de fertilização. S seus antepassados não tivessem mantido aquele pedaço de terra, me disse ele, toda a família poderia ter morrido.

Na década de 50, no começo de sua carreira como pesquisador de solo, Sombroek viajou pela Amazônia. Para sua surpresa, encontrou bolsões ricos e férteis. Como bem sabe todo estudante de ecologia, os solos da floresta úmida da Amazônia são frágeis e empobrecidos.

Se a cobertura de árvores é eliminada para a formação de áreas de cultivo, a terra fica exposta à força das chuvas e do Sol, que leva embora a pequena quantidade de minerais e nutrientes, cozinhando o restante em algo parecido com tijolo – um “deserto úmido”.

Essa inevitável deterioração da terra tornaria impossível a agricultura em larga escala nas zonas equatoriais. A despeito disso, dispersos à beira do rio Amazonas, Sombroek descobriu grandes trechos da chamada “terra preta de índio”.

Tal como a rica e escura plaggen de sua infância, esse tipo de terreno constituía promissora base para a agricultura numa região em que supostamente ela seria impossível. Em 1966, publicou um livro, Solos Amazônicos, no qual realizou o primeiro estudo mais profundo da terra preta.

A maioria dos programas de recuperação de solos, como os da China e do Sahel, procuram fazer com que o terreno deteriorado readquira sua condição anterior. Mas, em boa parte dos trópicos, seu estado natural já é de baixa qualidade – e esse é um dos motivos pelos quais tatos países tropicais são pobres. Sombroek concluiu que a terra preta poderia mostrar aos cientistas como tornar os solos mais férteis.

O pesquisador jamais verá seu sonho concretizado – ele morreu em 2003. Mas Sombroek ajudou a formar uma equipe multinacional com o objetivo de investigar a origem e a função da terra preta.

Entre seus membros está o arqueólogo Eduardo Góes Neves, da universidade de São Paulo, que conheci pouco tempo atrás em uma plantação de mamão –papaia a 1,5 mil quilômetros da foz do Amazonas, diante da cidade de Manaus. Sob as árvores topei com o sinal inegável da investigação arqueológica: valetas quadriculadas. Nessas trincheiras, a terra preta, tão escura quanto o café mais retinto, estendia-se até quase 2 metros de profundidade.

Desde a superfície até a camada inferior, o solo estava repleto de fragmentos de cerâmica pré-colombiana. Era como se os primeiros habitantes das margens do rio tivessem promovido imensa e turbulenta festa, durante a qual quebraram todos os pratos e vasilhas, e depois enterrado tudo.

A terra preta é encontrada apenas ali onde havia pessoas, o que significa que se trata de um solo artificial, resultante da atividade humana anterior a chegada dos europeus. O objetivo de Neves é descobrir como – e por que – os povos amazônicos obtiveram esse tipo de terreno, o qual apresenta em abundância minerais essenciais, como fósforo, cálcio, zinco e manganês, e que costumam ser escassos na maioria dos solos tropicais.

Seu ingrediente mais intrigante é o carvão vegetal – uma quantidade enorme do elemento que da a cor escura a esse tipo de terra”. Pretendemos continuar com o assunto Carvão para adubar o solo e sequestro do Carbono.

“Ao contrário do terreno tropical comum, a terra preta continua fértil após séculos da exposição ao Sol e à chuva dos trópicos”, comenta o pesquisador Wenceslau Teixeira, um especialista em solos da Embrapa, a empresa federal de órgãos de pesquisa agrícola no Brasil.

Essa extraordinária resistência, segundo ele, foi comprovada nas instalações da Embrapa em Manaus, onde os cientistas testam novas variedades de cultivo em plantações experimentais de terra preta. “Durante 40 anos, foi aqui que eles plantaram arroz, milho, mandioca, feijão e outros vegetais”, cota Teixeira.

“ Todas plantas que supostamente não podiam ser cultivadas nos trópicos – safras anuais sempre expostas aos raios solares e à água das chuvas”. Agora Teixeira vem realizado experimentos com o cultivo de banana e diversas safras típicas dos trópicos.

Sombroek perguntava a sim mesmo se os agricultores atuais seriam capazes de produzir a própria terra preta. Um dos elementos cruciais da terra preta é o carvão vegetal, obtido da queima de plantas e outros detritos orgânicos em baixa temperatura.

Em março, uma equipe de pesquisadores liderada por Christoph Steiner relatou que a mera adição de carvão moído e fumaça líquida a solos tropicais normalmente ruins provoca um “crescimento exponencial” na população microbiana – dando início ao ecossistema subterrâneo essencial à fertilidade.

Os solos tropicais logo perdem sua riqueza microbiana quando passam a ser cultivados. O carvão proporciona um habitat aos micróbios em parte porque os nutrientes ficam presos, isto é, não são levados embora. P 76

A agricultura responde por mais de um oitavo da produção humana de gases associados ao efeito estufa. O cultivo intenso da terra libera dióxido de carbono ao expor matéria orgânica antes no subsolo.

Sombroek argumentou que a criação da terra preta em todo o mundo consumiria tanto carvão vegetal rico em carbono que compensaria suficientemente a liberação na atmosfera do carbono presente na terra.

De acordo com o geógrafo William I. Woods, a terra preta rica em carvão apresenta de dez a 20 vezes mais carbono que os solos tropicais típicos, e este é um carbono que pode ser enterrado a uma profundidade bem maior.

No ano passado, outro especialista, Johannes Lehmann, publicou na revista Nature segundo a qual, se tomássemos os resíduos de reflorestamento, de campos agrícolas em descanso e de safras anuais e os transformássemos todos em carvão, isso compensaria cerca de um terço das emissões dos Estados unidos ocasionadas pela queima de combustíveis fósseis.

Na verdade, Lehmann e dois de seus colegas acreditam que o uso de combustíveis fósseis pela humanidade como um todo poderia ser compensado pelo sequestro de carvão na terra preta.

Não vai ser nada fácil tornar realidade tais esperanças. Para começar, não é tarefa simples identificar os microrganismos associados à terra preta. E ninguém sabe com certeza a quantidade de carbono que pode ser armazenada no solo – alguns estudos sugerem que talvez há um limite. No entanto, Woods considera boas as possibilidades de uma compensação vantajosa. “Daqui para a frente, vamos ouvir muito mais a respeito da terra preta”, diz ele. Da revista citada.

Terra preta” segura carbono e produz energia

“Um carvão feito a partir da biomassa, chamado biochar, permite capturar carbono, fertilizar as terras, no seu fabrico, ainda se gera energia limpa. Produzir energia e ao mesmo tempo sequestrar carbono e tornar a terra mais fértil afigura-se um sonho de alquimista.

Mas uma técnica para produzir um tipo de carvão vegetal, através da queima de biomassa, conhecida dos índios da Amazônia há milhares de anos, parece conseguir matar todos estes coelhos uma cajadada só. E já há um projeto para o introduzir em Portugal.

Num mundo em que o petróleo ocupa o lugar cimeiro como fonte energética e em que o carvão está a ser cada vez mais utilizado, sobretudo nas economias emergentes, o sequestro de carbono é visto como uma das possíveis vias de fuga.

Mas as técnicas de captura e enterro de carbono, embora estejam a receber muito apoio por parte de vários países industrializados, não estarão disponíveis o curto prazo. Daí estar a ser dada cada vez mais ênfase ao papel desempenhado pelas florestas e pelo solo o sequestro de carbono, por via da fotossíntese.

Mas este desempenho, embora importante, tem dois problemas. O primeiro diz respeito à contabilidade do carbono retido, que não é fácil. O segundo prende-se com o facto de este efeito se neutralizar ao fim de alguns anos ou de haver alterações no uso do solo ou incêndios.

Daí a importância da descoberta – ou redescoberta – da “terra preta”. Em muitas escavações arqueológicas, detectava-se solo mais escuro, muito fértil, que se pensava ser fruto de incêndios. Na Amazônia, foram descobertas grandes extensões de “terra preta”, na camada superficial do solo, perto de comunidades índias, com produtividades agrícolas elevadas.

Em 2004, um investigador da Universidade de Cornell, Johannes Lehmann, estudou solos agrícolas de civilizações anteriores, apercebendo-se do imenso potencial que esta “terra preta” tinha como sequestrador de carbono, ao mesmo tempo que fertilizava solos ameaçados pela desertificação.

Desta investigação nasceu o biochar – ou agrichar. Esse produto resulta da “transformação da biomassa (madeira, planta, resíduo vegetais) em carvão por processo de combustão – a pirólise”.

A produção de biochar exige a queima a temperaturas superiores a 400 graus. A pirólise, sem oxigênio, permite reter 20 a 50 por cento do carbono presente nestes materiais. Ao ser colocado no solo, esse carbono mantém-se sequestrado durante milhares de anos, permitindo ao mesmo tempo uma maior fertilidade para as plantas, o que potência a fotossíntese e daí um acréscimo de captura de carbono.

Além disso, o seu fabrico torna possível aproveitar os gases para produzir calor, eletricidade ou mesmo biocombustíveis. Uma empresa americana, a Dínamotiv, está a produzir bio-óleo através desta técnica.

Segundo Lehmann, num artigo recente publicado na revista Nature, o sequestro de carbono e a produção de bioenergia através do biochar serão economicamente viáveis, quando o carbono atingir os 37 dólares por tonelada (25 euros).

Nos últimos dias, este valor tem rondado os 23 euros. E o primeiro ano de cumprimento do Protocolo de Quioto já começou, pelo que os 37 dólares estão ao virar da esquina. ” Da Internet citada.

Nota 

No livro “Produção e Utilização do Carvão Vegetal,”- CETEC – BH, compilado por Waldir Rezende Penedo, 1982, temos:

a) No capitulo Propriedades e controle de qualidade do carvão vegetal, no item 6- Composição química do carvão, analise química das cinzas p. 86, :”S=0,33%; Si02=0,33%; Al2O3=1,31%; P.F=18,52%; H20=2,72%; CaO=36,45%; MgO= 8,64%; P2O3= 4,58; K2O=20,70%; Na2O=2,93%; Mn=2,13%. Total =100%, sendo que na p.220 focaliza que as cinzas correspondem a 1,28% do carvão.

b) No capitulo “Sistemas de combustão para carvão vegetal pulverizado”, p. 220 temos: características do carvão vegetal e moinha: Umidade – 10% e 15%; Cinzas – 5% e 15%; Mat. Voláteis- 25% 20%; Carbono fixo- 70% e 60%; Peso seco (Kg/M3)- 230/250 e 300/350; P.C.I.- 6.500 e 6.000.

c) Análise das cinzas da moinha do carvão vegetal: Sílica= 22-55; Oxido de Alumínio (Al2O3)- 11-15; Óxido de ferro (Fe2O3= 3,1- 2,9: Óxido de magnésio (Mg0)= 3-4; Óxido de potássio (K20)= 3,5 -6; Óxido de cálcio (Ca0) = 12-39; Anidrido fosfórico (P205)= 1,7-3: cinza a 550 º C= 11,5%, respectivamente com médias de: 38,5; 13,5; 3,2; 3,5; 4,5; 25,5; e 2,5.

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