Os Primórdios do Evangelho em Alto Jequitibá: História e Fé
Este relato histórico resgata as origens do Evangelho em Alto Jequitibá-MG, destacando os pioneiros da fé, a organização da Igreja Presbiteriana local e a criação do Ginásio Evangélico. Texto original de Roberto Gripp (06/03/2002).
Publicado originalmente em 06/03/2002 • Atualizado em 24/10/2025 • Autor: Roberto Gripp TL;DR:
O Evangelho chegou a Alto Jequitibá através de imigrantes e missionários protestantes a partir de 1868. A primeira igreja organizada foi presbiteriana, pastoreada inicialmente por Mattatthias Gomes dos Santos, após a atuação missionária do Dr. John Merril Kyle. A região também deu origem ao Ginásio Evangélico, referência educacional fundada pelo Rev. Aníbal Nora e Constança Lemos Nora.
Introdução
Os Primórdios do Evangelho em nossa Terra.
Este documento recupera fatos e nomes centrais da construção da fé evangélica na região de Alto Jequitibá-MG, trazendo perguntas e respostas históricas sobre quem chegou primeiro, quem pregou primeiro, quem organizou a primeira igreja e quem lançou as bases da educação protestante local.
Perguntas históricas
- Quem foi o primeiro evangélico a vir morar em Alto Jequitibá?
- Quem foi o primeiro pastor que visitou esta vila de Alto Jequitibá?
- Quem foi o primeiro presbiteriano que visitou Alto Jequitibá?
- Quem foi o primeiro pastor da primeira igreja evangélica (presbiteriana) organizada em Alto Jequitibá?
- Quem foi o primeiro seminarista oriundo da Igreja Presbiteriana de Alto Jequitibá e que se tornou o primeiro pastor da 1ª Igreja Presbiteriana de Governador Valadares (antiga Figueira do Rio Doce)?
- Quem criou o Ginásio Evangélico, primeiro estabelecimento de ensino particular de Alto Jequitibá?
- Quem foi a primeira organista da Igreja?
Respostas e Relatos Históricos
1) O primeiro evangélico residente em Alto Jequitibá
O primeiro evangélico a vir morar em Alto Jequitibá foi Guilherme Eller. Aqui chegou em 1868. Foi o primeiro morador local que se pode comprovar, por estar registrado no 1º livro de atas da IPJA (Igreja Presbiteriana de Alto Jequitibá).
Foi também o primeiro imigrante, pois nasceu em 1808 em Ober-Hessem, Alemanha. Chegou ao Brasil no navio Argus em 1824, com 16 anos, junto com seus pais e irmãos mais novos. Seu nome consta do rol de membros da Igreja Evangélica Alemã de Friburgo (luterana), pastoreada por Sauerbrum.
Guilherme foi descrito como muito abençoado por Deus: dinâmico e trabalhador. Testou a exuberância das terras de Alto Jequitibá, plantando cereais, frutas, tubérculos e a nova variedade de café — o Java — que reerguera a cafeicultura do Vale do Paraíba.
Ao morrer em 1872, deixou para a viúva Dona Carlota Eller e para os filhos Henrique Eller, Pedro, Felipe, Carlos, Magdalena Eller (esposa de Carlos Gripp), Carlota Eller (esposa de Benedito Verly), Carolina Eller (esposa de José Maria Bonson), Margarida Eller (esposa de João Verly) e Maria Eller (esposa de João Emerick) a fazenda Angélica em São José do Ribeirão, propriedades em Duas Barras (RJ), terras em Santa Margarida (MG) e uma grande área de terras no Alto Jequitibá.
2) O primeiro pastor que visitou Alto Jequitibá
O primeiro pastor que aceitou convite para visitar Alto Jequitibá foi Salomão Luiz Ginsburg. Era batista, pastor na cidade de Campos (RJ).
Falecendo Guilherme Eller em 1872, vários de seus herdeiros, descendentes e muitas outras famílias, atraídas pela fartura da terra, vieram para cá e aqui foram criando seus filhos. Vieram alemães, suíços, portugueses e até africanos escravizados. Consta que estes foram residir no córrego de Jacutinga.
Assim chegaram as famílias: Eller, Loubach, Berbert, Heringer, Emerick, Breder, Dias, Gripp, Stork, Stuts, Spamer, Cezar, Cardoso, Pinheiro, Werner, Faria, Sanglard, Martins, Costa-Mattos, Boier, Caterink, Klein, Satler, Knupp, Bussinger, Frossard, Hermisdorf, etc.
As famílias prosperavam e tinham muitos filhos. Entretanto, faltava assistência religiosa. Não havia pregador, não havia igreja e nem cartório para registrar os filhos. Alguns perderam sua herança por falta de registro quando da morte do progenitor.
Atraídos por uma lei que permitia a validade do registro pelo batismo em uma igreja, nos locais onde não havia cartório, os pais levavam seus filhos a Manhumirim para serem batizados na Igreja Católica Apostólica Romana. Foram se acostumando e até gostando.
Dona Júlia Eller Sathler levou seu filho José para ser crismado e sua filha Cecília para coroar a Santa, e depois emprestou as bonitas roupas que fizeram para eles para que outras crianças usassem com a mesma finalidade.
Mas eis que se levanta o avô dessas crianças – Henrique Eller – a insistir com os evangélicos para não abandonarem a sã doutrina, para voltarem para as Escrituras Sagradas e não se desviarem da fé.
Não encontrando um pastor luterano para dar assistência aqui, surgiu a oportunidade de trazer o pastor Salomão Luiz Ginsburg. Pastor batista, chegou aqui em 1896.
Ele era judeu americano que se converteu ao Cristianismo, por isso passou a ser perseguido pelos seguidores do judaísmo. Dona Sara Kalley, que regressara aos Estados Unidos após ter vivido um bom tempo no Brasil, estimulou-o a vir trabalhar aqui como missionário congregacional. Mas no Brasil ele se tornou batista.
Muitos em Alto Jequitibá tiveram a oportunidade de ouvir a mensagem santa da fé pela primeira vez através da voz de um ministro protestante. Ouviram também o cântico de bonitos hinos de sua autoria.
A forma de batismo não satisfez a essa população rural de origem luterana — ainda mais imergir nas águas geladas do rio Jequitibá no mês de junho. Por isso o convite não foi renovado. Lá se foi a primeira oportunidade.
3) O primeiro presbiteriano que colocou os pés em Alto Jequitibá
O primeiro presbiteriano que colocou os pés em Alto Jequitibá foi o missionário Dr. John Merril Kyle.
Em janeiro de 1897, diz o Rev. Apolinário Sathler, Francisco Eller, filho de Henrique Eller, foi com a esposa passar em Friburgo (RJ). Ele era jequitibaense, estava completando 20 anos e, para comemorar, foi conhecer a terra onde nasceram seus pais. Ao se despedir, seu pai sussurrou no seu ouvido: “Procure um pastor para nossa gente”.
Pastor luterano não encontrou, pois não se formava ainda no Brasil. Convidado para assistir um culto no meio da semana em São José do Ribeirão, numa congregação presbiteriana, gostou muito da mensagem que lhe tocou o coração. O pregador era o missionário e médico americano Dr. John Merril Kyle, pastor de várias congregações da Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro, incluindo a de Nova Friburgo — que estava sendo preparada para se organizar em igreja.
Isso ocorreu em 20 de setembro de 1898, e entre seus membros estava Constância Lemos, que veio a ser a primeira professora do Ginásio Evangélico de Alto Jequitibá e esposa do Rev. Aníbal Nora.
Henrique contou ao missionário a situação dos evangélicos sem assistência pastoral, alguns há mais de 20 anos, e também sobre a visita do pastor batista cujo método de batismo não foi aceito pelo povo.
O missionário disse a Francisco Eller: “Estou pronto a ir à sua terra a fim de pregar o evangelho a sua gente.” Imediatamente Francisco respondeu: “Assumo a responsabilidade de ir buscá-lo em Carangola, ponto final da estrada de ferro, distante 48 km de nossa terra.”
O missionário, após consultar sua agenda, disse-lhe: “Em julho poderei visitar sua terra. Avisarei sobre a data precisa de nos encontrarmos na estação de Carangola, se assim Deus permitir. E leve a Carangola um cavalo de sela de reserva”.
O Dr. Kyle era homem alto e forte, pesando cerca de 100 quilos. Um animal só não aguentaria o seu peso, acrescido da bagagem, no percurso de 48 km.
Francisco completou o seu passeio com o coração repleto de alegria por ter ouvido a Palavra de Deus e convidado o pastor a visitar sua terra.
Em julho de 1897 chegou a Alto Jequitibá o Dr. Kyle, em companhia de Francisco Eller. Enquanto cavalgava, foi indagando de Francisco sobre o local, o povo e sua história, tomando conhecimento do Alto Jequitibá que deu nome à cidade.
4) O primeiro pastor da primeira igreja organizada em Alto Jequitibá
Organizada a Igreja Presbiteriana de Alto Jequitibá, o primeiro pastor foi Mattatthias Gomes dos Santos.
O Dr. Kyle visitou Alto Jequitibá de 1897 a 1900. No dia 15 de outubro de 1897, foi consagrado o primeiro templo evangélico nesta terra.
O povo, num gesto de carinho, denominava esta primeira casa de oração de “Igreja do Henrique Eller”. E não foi sem razão, como está escrito no Livro I, pág. 3, do livro de atas do Conselho da Igreja Presbiteriana de Alto Jequitibá:
“Não devemos deixar de assinalar os esforços de Henrique Eller neste sentido: durante o tempo em que se erguia o templo, ele não arredou o pé de junto à construção; não houve baldrame, nem esteios, nem linhas, nem caibros, nem telhas que não passaram por suas mãos. Em 15 de outubro o carpinteiro entregava o templo erguido como um Monumento da Verdade nesta terra.”
O Dr. Kyle não podia dar assistência plena a Alto Jequitibá. Tinha sua igreja em Nova Friburgo, várias congregações nos arredores, dava aulas e aplicava provas no Seminário Presbiteriano que se transferiu de Friburgo para São Paulo. Ainda cooperava com a igreja luterana de Friburgo, cujo pastor João Gaspar Meyer, após 52 anos à frente daquele trabalho, passou-lhe a direção temporariamente.
Isso facilitaria as 90 cartas demissórias de transferência da Igreja de Friburgo para a organização da Igreja de Alto Jequitibá.
Diz Mattatthias Gomes dos Santos que estava preocupado, pois seus colegas já tinham campo para trabalhar logo que se formassem no seminário — e ele ainda não. Por isso orava neste sentido e propusera em seu coração aceitar o primeiro convite que surgisse.
Em sua última prova oral, fazia parte da banca examinadora o Dr. Kyle. Terminada a prova, ia se afastando rapidamente quando ouviu passos e dois “psius”. Pensou: “devo ter proferido alguma aberração” — o Dr. Kyle era o mais culto dos professores — e parou, preocupado.
Era o convite para Alto Jequitibá. Ele aceitou. O presbitério do Rio de Janeiro o licenciou e, em junho de 1901, ele veio para Alto Jequitibá.
Aqui, deu prosseguimento ao trabalho de visitação às famílias, culto nos lares, iniciado pelo Dr. Kyle. Na vila, o número de evangélicos ainda era pequeno, de modo que seu trabalho era “no lombo de animais” ou a pé, expandindo em direção a Manhuaçu e São Sebastião da Barra (Espera Feliz), etc.
Deus agiu na vida do povo, despertando o interesse crescente em aceitar a Palavra. A congregação rapidamente se formou e amadureceu para ser igreja.
Voltou ao Rio, onde participou da reunião do Presbitério, ocasião em que foi nomeada a comissão composta do Rev. Álvaro Reis (moderador), Mattatthias Gomes dos Santos (secretário) e o presbítero Cardoso, para organizarem a Igreja Presbiteriana de Alto Jequitibá.
O Rev. Mattatthias ficou em Alto Jequitibá até 1905, consolidou o trabalho da Igreja e depois foi transferido para a Bahia. Em 1926, foi eleito pastor da Igreja do Rio de Janeiro, onde esteve durante 20 anos, tendo idealizado e construído o belíssimo templo em estilo neogótico que é hoje a Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro.
Em reconhecimento aos seus méritos, duas praças receberam o seu nome: a Praça “Reverendo Mattatthias Gomes dos Santos”, no final da Rua Silva Jardim, próximo à Praça Tiradentes, na cidade do Rio de Janeiro (RJ), e outra em Alto Jequitibá (MG), em frente ao templo presbiteriano.
5) O primeiro seminarista da Igreja de Alto Jequitibá
O primeiro jovem aceito como candidato ao ministério — portanto, o primeiro seminarista, membro da Igreja de Alto Jequitibá — foi Otávio de Souza.
Curiosidade: o Dr. Kyle, o primeiro missionário presbiteriano que veio a Alto Jequitibá, foi o missionário que melhor aprendeu a nossa língua e era o mais culto da equipe de estrangeiros de sua época. Doou um grande volume de livros ao Seminário. Até hoje, a biblioteca do Seminário Presbiteriano de Campinas tem o nome de Dr. John Merril Kyle.
Outra curiosidade: os alemães ou suíços e seus descendentes não se descuidaram da cultura. Seus filhos não poderiam ficar analfabetos. No início, não havia escola na região. Os chefes de família contratavam professores particulares para ensinar seus filhos a ler, escrever e fazer as quatro operações, nos próprios sítios e fazendas.
Mudou-se da cidade de Cataguases (MG) para São Sebastião da Barra (Espera Feliz) o Sr. Alexandre Pereira de Souza. Foi ser escrivão. Ali criou seus filhos. Eram católicos. Um deles foi contratado para ser professor numa propriedade rural no córrego da Jacutinga, em Alto Jequitibá.
Ali se converteu. Fez sua profissão de fé em 1903. Era Otávio de Souza, que casou-se com Dona Florinda Emerick. Tiveram 10 filhos homens — 7 deles pastores e 3 presbíteros; 2 filhas foram missionárias. Eram ao todo 13 filhos.
Otávio procurou evangelizar seus familiares. O pai, muito católico, passou a ler a Bíblia. Um dia, após registrar um óbito por assassinato, recebeu o convite para ouvir o Rev. Mattatthias, que iria pregar em Espera Feliz.
Era o dia de Corpus Christi, e ele preferiu ir à procissão do Cristo Morto. Durante a procissão, refletiu: “Se Jesus voltasse agora, o que Ele iria achar daquele ato carregando um Cristo morto?”.
Tomou uma decisão, chamou a esposa e à noite foram ouvir o Rev. Mattatthias — e se converteram.
O seminarista Otávio concluiu o curso e foi o primeiro pastor da Igreja Presbiteriana de Figueira do Rio Doce (atual Governador Valadares) — a igreja do Euzébio Cabral, como era conhecida.
Alguns dos sete pastores, filhos do Rev. Otávio, pela idade, saúde ou por já terem partido, estão deixando os seus pastorados. Mas os netos de nosso primeiro seminarista estão preenchendo esses claros. É o caso do Reverendo Otávio de Souza, filho do presbítero Alexandre. Como Deus age na vida de seus escolhidos!
6) O Ginásio Evangélico de Alto Jequitibá
Em “História de Manhumirim, Vol. I”, de autoria do Padre Dermeval Alves Botelho, está escrito que os organizadores do Ginásio Evangélico de Alto Jequitibá foram o Reverendo Aníbal Nora e sua esposa, professora Constância Lemos Nora, em cuja residência funcionava uma escola primária. Isto está confirmado nos livros de ata da Igreja Presbiteriana de Alto Jequitibá.
O livro narra, no capítulo X (“A Educação entre as Serras de Pirapetinga”), que:
O progresso material e o comércio ativo fizeram despertar o progresso intelectual. Sentia-se vida nova por toda parte e um anseio de cultura no meio do povo que se organizava e se unia. Porém, os primeiros capítulos da história educacional foram escritos no vilarejo vizinho de Alto Jequitibá. É por lá que a cultura mais qualificada entrou em Pirapetinga. Aquele arraial, encravado entre serras, foi o berço da instrução, e o Rev. Aníbal Nora com sua mulher, D. Constança, foram os pioneiros dessa arrancada.
O Reverendo Aníbal Nora, enviado pelo Presbitério do Rio de Janeiro, veio em 1908 com o principal objetivo de pastorear a Igreja Presbiteriana daquela localidade. D. Constança era professora formada e tinha pendor especial para a educação.
A família recém-chegada encontrou uma escola primária com um reduzido número de alunos, funcionando precariamente numa casa velha e desconfortável. Com o marido, pensou em organizar uma outra escola.
Em pouco tempo, o número de alunos atingiu 70. Isso despertou a atenção e o interesse dos moradores. De ano para ano, crescia a matrícula. Sua escola funcionou, por muitos anos, com os quatro anos primários.
Em 1923, já era considerável o número de alunos frequentes, e muitos eram jovens, com o 4º ano feito, que gostariam de continuar os estudos, mas não podiam fazê-lo por falta de um ginásio. O casal teve a ideia de fundar um colégio. Nascia, naquela ocasião, o Ginásio Evangélico do Alto Jequitibá, como extensão do curso primário.
O Ginásio foi se firmando e sua fama de bom colégio corria longe. De várias cidades vinham meninos e jovens estudar em Alto Jequitibá.
Em propaganda de 1926, publicada no jornal “Manhumirim”, lia-se:
Educae vossos filhos. É uma fortuna que nunca perderão. Gymnasio Evangelico do Alto Jequitibá – Município de Manhumirim – Minas. Patrono – Dr. Mello Vianna; Reitor – Rev. Aníbal Nora; Divisa – O temor de Deus é o princípio da sabedoria. Juntas examinadoras para exames officiaes válidos. Escola de soldados para obter cadernetas de reservistas. Professores aptos. Clima saudável. Disciplina familiar. Moral excellente. Prédios hygienicos. Alimentação sadia. CURSOS: Primário, Secundário, Normal, Commercial, Dactylographia, Música e Piano. Externato e internato para ambos os sexos. Preços módicos. Peça prospectos ao Reitor.
7) A primeira organista da Igreja
A primeira organista da igreja, nascida em Alto Jequitibá, foi Floriscena Dias Werner. Com 10 anos já tocava hinos no órgão da igreja.
Ela aprendeu com D. Constância Lemos Nora, em cuja residência recebia moças que moravam longe da cidade, ensinando-lhes a ler, escrever, tocar harmônio etc. Essa escola tornou-se o germe do Ginásio Evangélico.
D. Floriscena era filha de Clemente Dias e Dorothéa Virginia Eller. Dorothéa era filha de Henrique, o construtor do primeiro templo, e irmã de Francisco Eller, o que convidou o primeiro missionário presbiteriano e o foi receber em Santa Luzia do Carangola para trazê-lo a Alto Jequitibá.
(Resumo obtido em atas da Igreja, e do livro “História da Igreja Presbiteriana de Alto Jequitibá”, etc.)
Roberto Gripp – 06/03/02
Alto Jequitibá – MG
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Perguntas Frequentes
Quem trouxe o Evangelho para Alto Jequitibá?
O pioneiro foi Guilherme Eller, imigrante alemão que chegou em 1868 e ajudou a estabelecer a presença protestante na região.
Quem foi o primeiro pastor presbiteriano a visitar a região?
O missionário e médico americano Dr. John Merril Kyle, em 1897.
Quando foi organizada a primeira igreja evangélica local?
Em 15 de outubro de 1897, com apoio de Henrique Eller e do Dr. Kyle, foi consagrado o primeiro templo evangélico na região.
Quem fundou o Ginásio Evangélico de Alto Jequitibá?
O reverendo Aníbal Nora e sua esposa, Constância Lemos Nora, pioneiros da educação confessional na cidade.
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