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Categoria: Piscicultura

Piscicultura e Tilapicultura – A Multiplicação Dos Peixes

tilapia

A piscicultura entrou definitivamente na era o globalismo. E nesse território o embaixador do país é a tilápia. O potencial de crescimento da espécie, que já foi queridinha dos pesqueiros, e se disfarçou sob o nome de saint peter nos restaurantes por quilo e nas gôndolas de congelados, desperta a atenção de grupos estrangeiros que veem na imensa reserva de água doce no país uma extraordinária oportunidade para elevar a produção de proteína mais consumida no mundo.

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Piscicultura Ornamental Como Terapia Ocupacional

A criação de peixe ornamental disputa a liderança no mercado com pequenos animais como dos cães, gatos, pássaros e diversos bichos de estimação.. Os pássaros, outrora muito comuns nas gaiolas ou poleiros, com as exigências e fiscalização do setor do meio ambiente, foram aos poucos se tornando raros, quase desaparecendo. Os macacos (primatas), com o problema da transmissão de varias doenças, estão também desaparecendo como animais de recreação, divertimento, passatempo. Parece que chegou a vez do peixe ornamental, pois não tem aqueles vários problemas acima citados.

Piscicultura na Defesa das Águas

O Rio Doce, com 850 km de extensão e área de 83.400 km2, possui vários afluentes que representam outras importantes bacias hidrográficas. Predomina o clima de montanha, com topografia muito acidentada e pequena área em condições de mecanização na exploração agrícola. Devido à sua topografia, os solos são mais indicados para culturas permanentes, pastagens e reflorestamento. Suas águas representam, tanto no leito principal como nos inúmeros afluentes, um enorme potencial hidrelétrico ainda para ser explorado. Margeando o rio, em sua maior extensão, foi construída a EFVM que impediu a construção de barragens: a água represada iria invadir a Ferrovia. Portanto a Ferrovia foi e continua sendo um grande obstáculo ao aproveitamento total do seu potencial hidrelétrico.

Adubação das Águas para Produção de Plâncton

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Nos livros de Fernando Kubitza “Qualidade da Àgua no cultivo de peixes e camarões” P. 152 e “A Tilápia” P. 64 encontramos um quadro explicativo da Quantidade de fertilizantes necessária para aplicar 20 kg de N (nitrogênio) e 2 kg de P (fósforo) por hectare. Recomenda que se aplique uma formula contendo a relação de N : P = 10 : 1 na quantidade de 2 kg de N e 200 g. de fósforo por dia para cada hectare de lamina d’água. O adubo inorgânico ou químico deve ser aplicado semanalmente ou de 15 em quinze dias. Exemplo: todo sábado ou em cada 2ª feira; se o plano for quinzenal, aplicar todo dia 1º e 15 de cada mês. Depois de 15 dias normalmente o adubo já foi consumido, necessitando de nova aplicação.