Categoria: Piscicultura

Manual Da Piscicultura de ELEK Woynaro Vich 

Piscicultura

Do Manual de Piscicultura, de E.Woynaro Vich, tradução de Marcelo Jose de Melo, em 1985 pela Codevasp, Ministério do Interior que possuímos desde 1996, vamos reproduzir parte das importantes informações sobre a […]

Piscicultura e Tilapicultura – A Multiplicação Dos Peixes

tilapia

A piscicultura entrou definitivamente na era o globalismo. E nesse território o embaixador do país é a tilápia. O potencial de crescimento da espécie, que já foi queridinha dos pesqueiros, e se disfarçou sob o nome de saint peter nos restaurantes por quilo e nas gôndolas de congelados, desperta a atenção de grupos estrangeiros que veem na imensa reserva de água doce no país uma extraordinária oportunidade para elevar a produção de proteína mais consumida no mundo.

Piscicultura Ornamental Como Terapia Ocupacional

A criação de peixe ornamental disputa a liderança no mercado com pequenos animais como dos cães, gatos, pássaros e diversos bichos de estimação.. Os pássaros, outrora muito comuns nas gaiolas ou poleiros, com as exigências e fiscalização do setor do meio ambiente, foram aos poucos se tornando raros, quase desaparecendo. Os macacos (primatas), com o problema da transmissão de varias doenças, estão também desaparecendo como animais de recreação, divertimento, passatempo. Parece que chegou a vez do peixe ornamental, pois não tem aqueles vários problemas acima citados.

Piscicultura na Defesa das Águas

O Rio Doce, com 850 km de extensão e área de 83.400 km2, possui vários afluentes que representam outras importantes bacias hidrográficas. Predomina o clima de montanha, com topografia muito acidentada e pequena área em condições de mecanização na exploração agrícola. Devido à sua topografia, os solos são mais indicados para culturas permanentes, pastagens e reflorestamento. Suas águas representam, tanto no leito principal como nos inúmeros afluentes, um enorme potencial hidrelétrico ainda para ser explorado. Margeando o rio, em sua maior extensão, foi construída a EFVM que impediu a construção de barragens: a água represada iria invadir a Ferrovia. Portanto a Ferrovia foi e continua sendo um grande obstáculo ao aproveitamento total do seu potencial hidrelétrico.

Adubação das Águas para Produção de Plâncton

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Nos livros de Fernando Kubitza “Qualidade da Àgua no cultivo de peixes e camarões” P. 152 e “A Tilápia” P. 64 encontramos um quadro explicativo da Quantidade de fertilizantes necessária para aplicar 20 kg de N (nitrogênio) e 2 kg de P (fósforo) por hectare. Recomenda que se aplique uma formula contendo a relação de N : P = 10 : 1 na quantidade de 2 kg de N e 200 g. de fósforo por dia para cada hectare de lamina d’água. O adubo inorgânico ou químico deve ser aplicado semanalmente ou de 15 em quinze dias. Exemplo: todo sábado ou em cada 2ª feira; se o plano for quinzenal, aplicar todo dia 1º e 15 de cada mês. Depois de 15 dias normalmente o adubo já foi consumido, necessitando de nova aplicação.